A TIM registrou quase 200 terabytes (TB) de tráfego de dados durante os sete dias do Rock in Rio 2026, segundo a Convergência Digital. O pico de conexões simultâneas chegou a 44 mil durante a apresentação de Demi Lovato, em 12 de setembro.
No mesmo dia, o consumo alcançou 33 TB, o maior volume diário desta edição.
Como o tráfego evoluiu em relação às edições anteriores?
O volume total deste ano ficou cerca de 8% acima dos 185 TB registrados em 2024 e aproximadamente 50% superior aos 133 TB de 2022, conforme os números da operadora citados pela reportagem.
Que infraestrutura a TIM usou para suportar a demanda?
A operadora instalou mais de 120 antenas 5G em mais de 40 pontos da Cidade do Rock, quantidade 45% maior que na edição anterior. Também foram ativadas mais de 110 antenas 4G, alta de 10% em relação a 2024.
Além do aumento de antenas, a TIM incorporou recursos de 5G Advanced, como agregação de faixas de frequência, e usou monitoramento em tempo real, automação e inteligência artificial para acompanhar variações de demanda e ajustar a rede durante o festival.
Qual foi a participação do 5G no tráfego?
Nos momentos de maior demanda, o 5G respondeu por mais de 60% dos dados, com velocidades superiores a 1 Gbps. Em 2024, a tecnologia havia representado mais de 40% do tráfego total, com picos acima de 50%.
Na hora de maior movimentação, a rede transportou 3,2 TB. Entre as apresentações do Palco Mundo, o maior volume foi registrado em 11 de setembro, no show do Stray Kids, seguido por Maroon 5 e Elton John.
Para a IA365, casos como o do Rock in Rio mostram como a combinação de infraestrutura robusta, automação e inteligência artificial é usada para lidar com picos de demanda e operação em tempo real — áreas que dialogam com as soluções de automação de processos e software sob medida que a empresa desenvolve para PMEs.

